domingo, 29 de agosto de 2010

NOSSO LAR ESTRÉIA DIA 03


E ontem aconteceu a pré-estréia do filme no Cinemais do Shopping 3 Américas, às 10h00. O filme é baseado na mais famosa obra de Chico Xavier, ditado pelo espírito André Luiz.
Marque na sua agenda: sexta-feira, dia 03.

domingo, 22 de agosto de 2010

AGENDA ESPÍRITA PARA O MÊS DE SETEMBRO



CURSO: A PRÁTICA DA FRATERNIDADE NO CENTRO ESPÍRITA
(Fundamentação das atividades de Recepção Fraterna; Atendimento Fraterno; Convivência Fraterna; Visita Fraterna e Implantação do Evangelho no Lar)


A quem se destina: trabalhadores dos Centros Espíritas que tenham conhecimento da Doutrina Espírita e que desejam trabalhar nas atividades do Atendimento Espiritual




Realização: Federação Espírita do Estado de Mato Grosso
Local do curso: Federação Espírita do Estado de Mato Grosso
End.: Av Djal Ferreira de Souza, 260 Morada do Ouro - Cuiabá MT
Facilitador: Alírio de Cerqueira Filho
Data e Horário: Todas as quartas-feiras das 19:45 às 21:00 h
Início: 8 de setembro de 2010

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

CURSO DE TERAPIA COMUNITÁRIA


Convidamos todos os interesados para participar do "Curso de Terapia Comunitária"



Endereço: Alameda Amália Campos, nº 2, Jd. Potiguar, Várzea Grande - MT.



Fone/fax: (65) 3682-5809. Fundação Nova Suiça



Inicio do Curso dia 13/08 (Sexta-feira) das 19:30 às 22:30h.



Facilitadora:Psicologa e terapeuta Ilda Moreira



Local:Fundação Nova Suiça
Vagas:200
Carga horária:40 horas

DATAS DO CURSO:
13/08/2010 - das 19:30 ás 22:30h
17/09/2010 - das 19:30 ás 22:30h
08/10/2010 - das 19:30 ás 22:30h
05/11/2010 - das 19:30 ás 22:30h
03/12/2010 - das 19:30 ás 22:30h

ADIADO O BAZAR ITINERANTE

O próximo Bazar Fraterno foi adiado para o dia 22/08, domingo, na quadra coberta em frente a Escola Rute Maria, no bairro jd. Icaraí, Várzea Grande.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Censo IBGE - Recomendação aos Espíritas

Considerando que, segundo informações, o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística - IBGE, na pesquisa destinada ao Censo
demográfico nacional caracterizou os espíritas como Kardecistas;

Considerando que esta Federação Espírita Brasileira - FEB, não foi
consultada por aquele órgão sobre o assunto;

Considerando que a esta altura, não há tempo hábil de tentar mudar a
programação estabelecida pelo IBGE;

Considerando ainda que a pesquisa nacional já se encontra em curso;

Recomendamos a todos os espíritas que, ao serem consultados pelos
pesquisadores do IBGE e visando a inclusão de todos na contagem que se
realiza, declarem-se Kardecistas, uma vez que no formulário do Censo não
foi registrada a palavra Espírita.

Brasília, 2 de agosto de 2010.

Federação Espírita Brasileira
Nestor João Masotti
Presidente


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

PERDÃO INCONDICIONAL

EEra uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e seu comportamento eram uma decepção para seus pais que, como a maioria, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um belo dia, o pai lhe propôs um acordo: se você, meu filho, mudar seu comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir entrar para a Universidade de Medicina, lhe darei um carro de presente.

Por causa do carro o rapaz mudou totalmente de atitude. Passou a estudar como nunca e a se comportar muito bem.

O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação: sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas pelo interesse em obter o automóvel, e isso era ruim!

Assim, o grande dia chegou. Fora aprovado para o curso de medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.

Mas, quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou as mãos uma caixa de presente.

Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Mas para sua surpresa era uma bíblia.

O rapaz, visivelmente decepcionado, nada disse. E a partir daquele dia o silêncio e a distância separavam pai e filho.

O jovem se sentia traído e agora lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no campus da universidade. Raramente mandava notícias para a família.

O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços afetivos foram em vão.

Os anos rolaram até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu, vindo a falecer.

No enterro a mãe entregou ao filho indiferente, a bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás.

De volta a sua casa o rapaz, que nunca perdoara o pai, ao colocar o livro numa estante notou que entre as suas páginas havia um envelope.

Abriu-o e encontrou uma carta, e dentro dela, um cheque. A carta dizia: "meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele carro que mais lhe agradar.

No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: a bíblia, pois nela aprenderá o amor de Deus pelas suas criaturas e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto...

Pense nisso!

O perdão incondicional é uma das mais sublimes virtudes que os seres podem almejar.

Quem perdoa sempre, não corre o risco de arrepender-se mais tarde por ter alimentado tanto tempo uma mágoa sem razão.

Por isso é que devemos ter sempre em mente a recomendação do mestre Jesus: "perdoar setenta vezes sete", isto é: perdoar sempre.

Pense nisso!





quarta-feira, 14 de julho de 2010

Helen Keller - Cuidando das pequenas coisas

Ela foi, sem dúvida, uma das mulheres mais notáveis que o Mundo já conheceu.

Nasceu normal mas, aos 18 meses teve uma febre infecciosa, provavelmente escarlatina e ficou cega, surda e muda.

No entanto, graças a uma professora, Anne Sullivan, ela se tornou escritora, filósofa, conferencista.

Anne apareceu na vida de Helen Keller quando Helen tinha seis anos.

Ensinou-lhe o alfabeto dos mudos, que soletrava na mão da menina. Ensinou-a ler e escrever em braille.

Aos 10 anos, Helen aprendeu a falar. Cursou a Universidade e formou-se em Filosofia, com louvor.

Foi a primeira deficiente visual e auditiva a completar um curso universitário.

Sua professora a acompanhou por 50 anos. Na Universidade, soletrava em sua mão as palavras.

Aos 20 anos, Helen escreveu sua obra mais famosa, A história de minha vida, traduzida para 50 idiomas e para o braille.

Dominou os idiomas francês, latim e alemão. Aos 27 anos, fez sua primeira aparição em público, como oradora.

Dedicou-se à defesa dos direitos de mulheres pobres e deficientes.

Nas conferências, ela falava sobre a situação dos cegos, surdos-mudos, chamando a isso um dos pequenos problemas da Humanidade. Havia outros mais graves.

Respondia a perguntas e fazia os ouvintes rirem, descontraídos, com seu senso de humor e suas respostas inesperadas.

Pois esta mulher excepcional, que fez viagens internacionais, proferindo conferências em 35 países, tinha atenção para coisas pequenas.

Coisas que alguns de nós, talvez, acreditemos que não têm muita importância.

Quando sua professora se casou, levou Helen para morar com ela.

Por muitos anos, não tiveram criada alguma, por falta de recursos.

Helen aprendeu a fazer tudo o que podia, para ajudar a sua professora.

Enquanto Anne levava o marido de carro à estação, para que ele tomasse o trem para o seu trabalho, Helen tirava a mesa.

Depois, lavava a louça, arrumava os quartos.

Mesmo que montanhas de cartas, livros e artigos para escrever a aguardassem, a casa era a casa.

Alguém tinha de fazer as camas, colher flores, catar lenha, pôr o moinho de vento a andar e pará-lo quando a caixa d´água estivesse cheia.

Enfim, tinha em mente essas coisas imperceptíveis que fazem a felicidade da família.

Afirmava ela: Quem gosta de trabalhar sabe como é agradável a gente estar ajudando as pessoas a quem estimamos, nas tarefas diárias de casa.

Quando tantos nos eximimos de tarefas simples, procurando destaque; quando outros alegamos que não podemos perder tempo com coisas pequenas, Helen nos dá o exemplo.

Ela era aplaudida, recebia condecorações, era homenageada, mas, era preciso ajudar nas tarefas do lar.

Com certeza, ela aprendera muito bem a lição evangélica de que quem é fiel nas coisas pequenas, o será sempre nas coisas grandes.

E tudo fazia com alegria e prazer, afirmando: Não peçamos tarefas iguais às nossas forças. Mas forças iguais às nossas tarefas.

* * *

O Lions Club Internacional declarou, em 1971, que o dia 1º de junho passaria a ser lembrado como o dia de Helen Keller.

Nesse dia, os leões do mundo inteiro implementam projetos de serviços relativos à visão.

Tudo em nome de uma menina deficiente visual e auditiva, que cuidava das coisas simples com o mesmo carinho que dedicava às grandes causas que defendia.

Redação do Momento Espírita com base na biografia de Helen Keller, publicada por The International Association of Lions Club.