quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

PALESTRAS DO MÊS DE JANEIRO

Dia Palestrante Tema Abertura
05 Flávia Curas Espirituais Amauri
12 Cida Provação e Expiação Regina
19 CELE Livre M. Angélica
25 Tânia Desigualdades Sociais Flávia

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

VII BAZAR FRATERNO
















E dessa vez foi no bairro Santa Maria!
No dia 21 de Dezembro, domingo, os trabalhadores do GEF estiveram ao Centro Comunitário Emília Arruda das 8h00 às 12h00 para vender roupas usadas aos moradores daquela localidade.
No total 460 peças foram comercializadas.
O GEF mais uma vez agradece a todos(as) que participaram de mais essa ação e a todos(as) que colaboraram doando as roupas.
Confiram as fotos:

domingo, 13 de dezembro de 2009

DIREITOS HUMANOS


Aproveitando o Dia Mundial dos Direitos Humanos comemorado no dia 10 de Dezembro leiam o artigo abaixo de Juvanir Borges de Souza, um texto que reflete o verdadeiro sentido dessa Declaração que se cumprida pelos nossos dirigentes resultaria na evolução da humanidade.

O homem, Espírito Eterno, é sujeito de direitos, deveres e obrigações, tanto perante as leis divinas, ou naturais, quanto diante das leis humanas. No que concerne às leis divinas, imutáveis e justas, incidentes sobre todas as criaturas do Universo e não somente sobre os habitantes do Orbe Terrestre, pouco a pouco o homem vai tomando conhecimento delas, compreendendo-as na medida da própria evolução. As religiões, as ciências, as experiências vividas, a intuição, as revelações são meios e formas encontradas e utilizadas pelo ser humano para ajustar-se às leis divinas. Progredir é, em suma, vivenciar gradativa e plenamente as normas estabelecidas pelo Criador de todas as coisas.

Essas normas têm sempre um direcionamento imutável, em sua essência: o Bem. O Amor, a Justiça, a Caridade, a Humildade, a Compreensão, a Compaixão, a Fraternidade, a Tolerância, todas as denominadas virtudes reconhecidas como ideais no relacionamento dos homens, entre si e com seu Criador, são componentes da lei divina. Todas as criaturas humanas, vale dizer todos os Espíritos habitantes deste Orbe atrasado, de expiações e provas, submetidos às leis eternas, entre as quais a do Progresso, estão em demanda do aperfeiçoamento contínuo, sob a orientação do Governador Espiritual da Terra – o Cristo de Deus.

Já as leis humanas, normas estabelecidas pelos próprios homens visando regular o relacionamento entre si mesmos, nas mais variadas situações criadas dentro das sociedades organizadas, é notório que elas refletem as imperfeições dos legisladores.

A Declaração dos Direitos Humanos, que as Nações Unidas denominaram de universal é um dos documentos que honram a Humanidade.

Desde que o homem percebeu a necessidade de estabelecer normas de relacionamento entre os membros do organismo social primitivo, logo notou que havia necessidade de impô-las através da força, do poder. A lei humana pressupõe, pois, um poder que a imponha.

Qualquer que seja esse poder, constituído pelo chefe, rei, imperador, ministro, órgão legislativo, executivo, judiciário ou que denominação tenha, refletirá ela sempre as imperfeições humanas sintetizadas na ignorância, no egoísmo e no orgulho.

Daí a imperfeição da lei humana, embora possa ela refletir as aspirações mais elevadas no campo dos interesses coletivos, da ética, da moral, da fraternidade.

...

Os denominados direitos humanos, hoje cultivados por toda parte como um ideal comum de todas as nações, povos e raças, independentemente de sua forma de governo, força, representação, e também pelas individualidades, sem se cogitar de sexo, idade, e condição social, foram objeto de uma Declaração da Assembléia Geral das Nações Unidas, a 10 de dezembro de 1948, três anos após o término da II Guerra Mundial. A Declaração dos Direitos Humanos, que as Nações Unidas denominaram de universal, é um dos documentos que honram a Humanidade, na sua aspiração de dignificar toda a família humana, na busca da liberdade, da justiça, da fraternidade para todos os seus membros. É interessante frisar que essa Declaração coincide, em diversos de seus artigos e itens, com a Doutrina Espírita expressa em sua obra básica – O Livro dos Espíritos – e em seus desdobramentos.

Norma do Direito Internacional, nem por isso prescinde de um organismo que a faça obedecida por toda a comunidade humana, dentro daquele pressuposto, já referido, da existência de um poder que a imponha. As Nações Unidas seriam a força, ou poder de imposição. Acontece, entretanto, que os dirigentes das nações e os componentes dos organismos internacionais, como a ONU, são homens mais ou menos esclarecidos, todos com suas imperfeições, seus conhecimentos e sentimentos que muitas vezes se chocam em divergências inconciliáveis.

Eis, então, o grande obstáculo para a transformação de um mundo áspero, atrasado, como o nosso, em um mundo regenerado, como prevêem os Espíritos Superiores. Mesmo que já sejam conhecidos, há séculos, os princípios superiores da liberdade, da justiça e da paz, como ideais para reger os destinos de todos, esses ideais encontram a oposição da ignorância e do egoísmo de muitos, talvez da maioria da população mundial.

Transformar sentimentos inferiores em idéias e realidades justas e superiores, em um mundo como a Terra, é obra de paciência e de amor. Felizmente, para todos nós, essa obra extraordinária e bela é conduzida pelo Mestre Incomparável, o Cristo, que vai contando com aqueles que já compreenderam a grandeza do ideal a alcançar.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos não foi uma improvisação. Ao contrário, é ela o último estágio de uma série de aspirações análogas, formuladas através dos tempos, sempre em oposição ao barbarismo que tem ultrajado a “consciência da Humanidade”. Antes desse notável documento de 1948, doutrinas e filosofias já porfiavam em favor da liberdade de consciência, da palavra, de crença, a salvo do temor e das necessidades existenciais.

Nos conflitos entre nações e povos, ou na desobediência aos direitos declarados, cada governo ou organismo social julga que deve prevalecer seu ponto de vista.

No período do Iluminismo, como na Declaração da Independência dos Estados Unidos (1776) e sobretudo como resultante da Revolução Francesa (1789), a idéia da liberdade para o homem estava no centro das cogitações para uma vida melhor para todos.

O dístico da Revolução Francesa

– Liberdade, Igualdade e Fraternidade

– tornou-se conhecido no mundo, com poderosa influência na preparação de uma nova etapa na organização social e política de várias nações. Recordamos que no Brasil, com a queda do Império, sua primeira Constituição Republicana (24/2/1891) consagrava as liberdades fundamentais, entre as quais a liberdade religiosa, em contraposição ao regime anterior, que estabelecia a ligação da Igreja Católica com o Estado. De outro lado, a libertação dos escravos negros nas Américas foi conseqüência natural de uma nova consciência baseada na necessidade da liberdade para todos, que já se vinha firmando há séculos. A Declaração de 1948, redigida inicialmente por René Cassin, consagrou os direitos fundamentais do homem “como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações...” Posteriormente, acresceram-se determinados direitos vinculados não somente à segurança econômica dos indivíduos, tais como o direito ao trabalho, ao repouso, à saúde, e à instrução, mas também à solidariedade em perspectiva internacional, incluindo-se aí o direito à paz e à preservação do meio ambiente. O grande problema não está na forma e na expressão dos direitos declarados que, em princípio, deveriam ser acatados por todos, para o bem de toda a Humanidade. Ocorre que nos conflitos entre nações e povos, ou na desobediência aos direitos declarados, cada governo ou organismo social julga que deve prevalecer seu ponto de vista, ou seu entendimento, em flagrante retorno ao velho egoísmo que sinaliza a marcha das civilizações humanas, desde as eras mais remotas. Assim, o organismo internacional constituído pelos próprios países que assinaram a notável Declaração – a ONU – vê-se muitas vezes desobedecido, ou contestado, com graves prejuízos para os princípios estabelecidos e reconhecidos e para aqueles que neles confiam. Voltamos, assim, ao magno problema das imperfeições humanas, cuja solução desemboca sempre na necessidade da educação intelecto-moral, pelo menos para a maior parte dos habitantes deste orbe, para que essa maioria influa decisivamente sobre a minoria recalcitrante.... Nos objetivos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos princípios cristãos-espíritas, expressos na Doutrina Consoladora, existem afinidades e coincidências que ressaltam à simples leitura. Alinhamos abaixo alguns preceitos, comuns.

I – Ambas se referem à liberdade de que são dotados todos os homens ao nascerem. O livre-arbítrio faz parte do Espírito, desde sua criação, que o reafirma ao nascer, ou renascer neste mundo. No seu íntimo o homem é sempre livre, mesmo quando subjugado em sua forma.

II – Todos os homens têm direito à vida e à liberdade. A vida é o primeiro direito reconhecido.

Por isso, a pena de morte e a escravidão são proscritas.

III – Todos os homens são iguais perante a lei, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, riqueza ou pobreza. Este princípio da igualdade perante a lei só veio a se firmar a partir dos fins do século XVIII, apesar de persistir a escravidão até fins do século XIX.

IV – A família é o núcleo natural e fundamental da sociedade humana. O casamento é direito do homem e da mulher, assim como sua dissolução.

V – A propriedade é reconhecida como direito.

VI – Todos têm o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião, podendo manifestar sua religião pela prática e pelo livre ensino.

VII – É reconhecido o direito à liberdade de opinião, de expressão, de reunião e de associação pacíficas. Esse direito é fundamental para as minorias religiosas.

VIII – Todo homem tem direito ao trabalho, com remuneração, e ao repouso.

IX – A maternidade e a infância têm direito a cuidados especiais.

X– É reconhecido o direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de produções científicas, literárias e artísticas.

XI – Transcrevemos, por fim, o item 2 do artigo XXVI da Declaração, por seu idealismo ainda não alcançado, expressando a fraternidade e a paz tão desejada: “A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos do homem e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.”

Notamos que a Doutrina Espírita, que visa educar e reeducar os Espíritos que renascem neste mundo, não está só. Suas idéias e ensinos já são partilhados por outros idealistas espalhados pela crosta terrestre.

Direito de viver

(O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, Parte 3 a , cap. XI, ed. FEB)

880. Qual o primeiro de todos os direitos naturais do homem?

“O de viver. Por isso é que ninguém tem o de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal.”

881. O direito de viver dá ao homem o de acumular bens que lhe permitam repousar quando não mais possa trabalhar?

“Dá, mas ele deve fazê-lo em família, como a abelha, por meio de um trabalho honesto, e não como egoísta. Há mesmo animais que lhe dão o exemplo de previdência.”

Fonte: Revista Reformador – Junho/2003

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Confraternização


Lembrando que a festa de Confraternização da nossa Casa acontecerá na próxima terça-feira.
Teremos uma palestra pública e logo após nos reuniremos para degustar deliciosos salgadinhos.
O valor da contribuição é de apenas R$ 5,00 (Cinco Reais) que deve ser entregue ainda hoje para que possamos nos organizar.
Estamos aguardando sua presença.