quarta-feira, 14 de julho de 2010

Helen Keller - Cuidando das pequenas coisas

Ela foi, sem dúvida, uma das mulheres mais notáveis que o Mundo já conheceu.

Nasceu normal mas, aos 18 meses teve uma febre infecciosa, provavelmente escarlatina e ficou cega, surda e muda.

No entanto, graças a uma professora, Anne Sullivan, ela se tornou escritora, filósofa, conferencista.

Anne apareceu na vida de Helen Keller quando Helen tinha seis anos.

Ensinou-lhe o alfabeto dos mudos, que soletrava na mão da menina. Ensinou-a ler e escrever em braille.

Aos 10 anos, Helen aprendeu a falar. Cursou a Universidade e formou-se em Filosofia, com louvor.

Foi a primeira deficiente visual e auditiva a completar um curso universitário.

Sua professora a acompanhou por 50 anos. Na Universidade, soletrava em sua mão as palavras.

Aos 20 anos, Helen escreveu sua obra mais famosa, A história de minha vida, traduzida para 50 idiomas e para o braille.

Dominou os idiomas francês, latim e alemão. Aos 27 anos, fez sua primeira aparição em público, como oradora.

Dedicou-se à defesa dos direitos de mulheres pobres e deficientes.

Nas conferências, ela falava sobre a situação dos cegos, surdos-mudos, chamando a isso um dos pequenos problemas da Humanidade. Havia outros mais graves.

Respondia a perguntas e fazia os ouvintes rirem, descontraídos, com seu senso de humor e suas respostas inesperadas.

Pois esta mulher excepcional, que fez viagens internacionais, proferindo conferências em 35 países, tinha atenção para coisas pequenas.

Coisas que alguns de nós, talvez, acreditemos que não têm muita importância.

Quando sua professora se casou, levou Helen para morar com ela.

Por muitos anos, não tiveram criada alguma, por falta de recursos.

Helen aprendeu a fazer tudo o que podia, para ajudar a sua professora.

Enquanto Anne levava o marido de carro à estação, para que ele tomasse o trem para o seu trabalho, Helen tirava a mesa.

Depois, lavava a louça, arrumava os quartos.

Mesmo que montanhas de cartas, livros e artigos para escrever a aguardassem, a casa era a casa.

Alguém tinha de fazer as camas, colher flores, catar lenha, pôr o moinho de vento a andar e pará-lo quando a caixa d´água estivesse cheia.

Enfim, tinha em mente essas coisas imperceptíveis que fazem a felicidade da família.

Afirmava ela: Quem gosta de trabalhar sabe como é agradável a gente estar ajudando as pessoas a quem estimamos, nas tarefas diárias de casa.

Quando tantos nos eximimos de tarefas simples, procurando destaque; quando outros alegamos que não podemos perder tempo com coisas pequenas, Helen nos dá o exemplo.

Ela era aplaudida, recebia condecorações, era homenageada, mas, era preciso ajudar nas tarefas do lar.

Com certeza, ela aprendera muito bem a lição evangélica de que quem é fiel nas coisas pequenas, o será sempre nas coisas grandes.

E tudo fazia com alegria e prazer, afirmando: Não peçamos tarefas iguais às nossas forças. Mas forças iguais às nossas tarefas.

* * *

O Lions Club Internacional declarou, em 1971, que o dia 1º de junho passaria a ser lembrado como o dia de Helen Keller.

Nesse dia, os leões do mundo inteiro implementam projetos de serviços relativos à visão.

Tudo em nome de uma menina deficiente visual e auditiva, que cuidava das coisas simples com o mesmo carinho que dedicava às grandes causas que defendia.

Redação do Momento Espírita com base na biografia de Helen Keller, publicada por The International Association of Lions Club.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

HÓSPEDE DO NOSSO LAR DE AMPARO


Aqui são as trabalhadoras do nosso Lar juntamente com uma hóspede, cujo bebê, esteve internado na UTI do Pronto Socorro de Várzea Grande.

domingo, 27 de junho de 2010

REFORMA DO REFEITÓRIO DO LAR DE AMPARO FRATERNO


Essas são as trabalhadoras da nossa Casa, Loíde e Cida!
Em breve postaremos fotos do refeitório já pronto.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Caminhada pela Paz 2010


O Governo do Estado de Mato Grosso convida para participar do enceramento da “Promoção Receita para a Paz no Mundo”, e o lançamento do 2ª promoção da “Semana Franciscana e VIII Caminhada Pela Paz”.

“Homenagem aos Soldados da Paz – Os Boinas Azuis da ONU”, com Show da Banda Sentido Contrario e apresentação do videoclipe em animação da música de Herbert Viana: Soldados da Paz.

Local: Teatro da UFMT

Data: 16 de Junho de 2010

Horário: 20 h


sexta-feira, 11 de junho de 2010

Amor conjugal


Para comemorar o Dia dos Namorados:  
O grande rei dos persas, Ciro, durante uma de suas campanhas guerreiras, dominou o exército da Líbia e aprisionou um príncipe.

Levado à presença do conquistador ajoelhou-se perante ele o príncipe, e assim também os seus filhos e sua esposa. Os soldados vencedores, os generais da batalha, ministros e toda uma corte se juntou para tomar conhecimento da sentença real.

O rei persa coçou o queixo, olhou longamente para aquela família à sua frente, à espera de sua decisão e perguntou ao nobre pai de família:

Se eu te disser que te concederei a liberdade, o que poderias me oferecer em troca?

Rapidamente respondeu o prisioneiro:

Metade do meu reino.

Ciro continuou, paciente, a interrogar:

E se eu te oferecer a liberdade dos teus filhos, que me darás?

Ainda rápido, tornou a responder: A outra metade do meu reino.

Calmo, o conquistador lhe lançou a terceira pergunta:

E o que me darás, então, em troca da vida de tua esposa?

O príncipe sentiu o coração pulsar rapidamente no peito, parecendo arrebentar a musculatura. O sangue lhe subiu ao rosto, as pernas fraquejaram. Reconhecia que, no anseio da liberdade dos seus, tinha oferecido tudo, sem se recordar da companheira de tantos anos, sua esposa e mãe dos seus filhos.

Foi só um momento mas, para todos, pareceu uma eternidade. Um sussurro crescente tomou conta do ambiente, pois cada qual ficou a imaginar o que faria agora o vencido.

Após aquele momento fugaz, ele tornou a erguer a cabeça e com voz firme, clara, que ressoou em todo o salão, disse:

Alteza, entrego a mim mesmo pela liberdade de minha esposa.

O grande rei ficou surpreso com a resposta e decidiu conceder a liberdade para toda a família.

De retorno para casa, o príncipe tomou da mão da esposa, beijou-a com carinho e lhe perguntou se ela havia observado como era serena e altiva a fisionomia do monarca persa.

Não, disse ela. Não observei. Durante todo o tempo os meus olhos ficaram fixos naquele que estava disposto a dar a sua própria vida pela minha liberdade.

* * *

Para quem ama, não há limites na doação. Quando dois seres se amam verdadeiramente dão origem a outras vidas e as alimentam, enquanto eles mesmos um ao outro sustentam, na jornada dos dissabores e das lutas.
O amor conjugal é, dentre as formas de amor, um dos exercícios do amor que requer respeito, paciência e dedicação. Solidifica-se através dos anos. E tanto mais se aprofunda quanto mais intensas se fazem as lutas e as conquistas de vitórias. Para os que se amam profundamente não há lutas impossíveis, não existem batalhas que não possam ser vencidas.

* * *

Em todos os departamentos do Universo existe a mensagem do amor, que é o estágio mais elevado do sentimento. O homem somente atinge a plenitude quando ama. Enquanto procura ser amado, sofre infância emocional. Por isso, o importante é amar, mesmo que não se receba a recíproca do ser amado. O que é essencial é amar, sem solicitação.

Redação do Momento Espírita com base no conto Olhando só para ele, do livro Lendas do Céu e da Terra, de Malba Tahan, ed. Record e pensamentos finais do cap. 2 do livro Convites da vida, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.



sábado, 5 de junho de 2010

BAZAR FRATERNO

Este é o nosso Bazar que funciona de segunda a sexta, nas dependëncias do Grupo Espírita, na rua da Fraternidade, 10, Jd. Imperador II, em frente a UNIVAB, próxima a Promotoria de Justiça em Várzea Grande.
Todo o dinheiro arrecadado na venda dos sapatos e roupas usadas é aplicado na manutenção do Lar de Amparo Fraterno.
Uma vez por mês levamos este bazar para um bairro carente da cidade.
Venha nos fazer uma visita!



quinta-feira, 3 de junho de 2010

IV BAZAR ITINERANTE


E dessa vez foi no Jd. Glória em frente à Rádio Estação VG.
Na manhã do dia 08.05, véspera do Dia das Mães!
Agradecemos aos moradores da região que participaram e também à diretoria da Rádio.
Parabéns a todos os trabalhadores que estiveram presentes!